terça-feira, 31 de outubro de 2017

Descubra o que é a dermatite por lambedura em cães!





dermatite por lambedura tem sido um dos principais motivos de atendimentos em clínicas e hospitais veterinários. Continue com a gente e entenda mais sobre o assunto!
Provavelmente você já deve ter observado nos cães muitas vezes pequenos ferimentos causados pela coceira, não é mesmo?
Muitos deles estão relacionados a problemas dermatológicos, como por exemplo, alergias, infecções, picadas de pulgas ou carrapatos, dentre outros.
Mas podemos observar em alguns casos que o animal apresenta feridas na pele sem que estas estejam relacionadas com os fatores citados acima.
Esse problema é recorrente da dermatite por lambedura. Como o próprio nome já explica, é uma doença que consiste nas lesões provocadas pelo próprio animal, de forma repetitiva, ao lamber em demasia determinada parte do corpo, sendo as patas as mais afetadas.
Dermatite por lambedura é desencadeada pelas seguintes situações
- estresse
- tédio
- depressão
- problemas psicológicos
- tentativa de chamar a atenção dos donos
Principais sinais da dermatite por lambedura
- irritabilidade
- emagrecimento
- falhas e marcas no pelo

- lesões em forma circular
- mudanças de comportamento
- lesões mais graves ocasionam na presença de pus
No primeiro sinal, é aconselhável ao dono procurar um médico veterinário, que deverá se inteirar sobre o histórico do animal, realizar uma avaliação precisa e prescrever o receituário correto.
Na maioria das vezes o tratamento pode passar pelo uso de medicamentos ansiolíticos, pelo fato de sua origem ser, quase sempre, psicológica. E as lesões necessitam ser tratadas por meio de antissépticos, shampoos e pomadas especiais.
A melhor forma de prevenir a doença é através da atenção dada ao animal, com passeios rotineiros, exercícios físicos e demais cuidados, de modo a evitar que ele não fique deprimido e nervoso, desenvolvendo assim esse hábito incorreto.
dermatologia veterinária é uma área em crescente expansão, já que casos assim são rotineiros nas clínicas e hospitais veterinários.
Você, médico veterinário saberia quais decisões tomar diante dessa e outras situações com pequenos animais?

Fonte: AGROCEL.  85.30641414
Quer ficar por dentro de mais curiosidade do mundo dos pets? Então não deixe de conferir: Síndrome do gato nervoso 

Responsabilidade com o MEIO AMBIENTE.
Agrocel Agropecuária Cearense Ltda. 
(85)8603-1085 (85)3064-1414
 Postado por Raimundo Lima.

Governador Camilo Santana decreta ponto facultativo no dia 03 de novembro "sexta-feira"


(Fonte: SEPLAN)
Postado por Raimundo Lima

CNM reivindica aprovação do PL que prevê reajuste do piso do magistério pelo INPC




A Confederação Nacional de Municípios (CNM) protocolou cinco ofícios, em pastas do Executivo Federal, solicitando urgente aprovação do reajuste anual do piso nacional do magistério pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), apurado no ano anterior. A nova forma de cálculo do reajuste está prevista no Projeto de Lei (PL) 3.776/2008, que aguarda deliberação no Congresso Nacional.

Nos ofícios, a CNM mostra que o critério atual de reajuste do piso pago pelos Estados, Distrito Federal e Municípios, definido na Lei 11.738/2008, tem promovido aumentos acima da inflação e do crescimento da receita do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).
Só este ano, o reajuste da categoria foi de 7,64%, porcentual acima do registrado pelo INPC, de 6,5% em 2016. Também superou o crescimento da receita do Fundo para 2017, estimado pelo governo federal em 3,27%, em relação a 2016. Assim, a entidade mostra que receita dos Municípios será a metade do porcentual do reajuste do piso do magistério.
Ainda segundo dados da entidade, entre 2010 e 2017, o INPC acumulou crescimento de 51,50% e o Fundeb aumento de 61,79%. No mesmo período, o piso dos professores foi atualizado em 124,49% e o salário mínimo nacional teve reajuste de 83,73%. Esses números estão nos documentos encaminhados, dia 24 de outubro, ao presidente da República, Michel Temer; ao ministro da Educação, Mendonça Filho; ao ministro da Fazenda, Henrique Meireles; ao chefe da Assessoria Especial do Ministério da Fazenda, Marcos Mendes; e à secretária Executiva do Ministério da Educação (MEC), Maria Helena Castro.
Preocupação
De acordo com a CNM a situação fica ainda mais preocupante com o crescimento do porcentual das receitas do Fundeb comprometidas com a folha de pagamento do magistério ativo. Enquanto no exercício de 2009 a média nacional era de 70%, esse índice chegou a 78,74% em 2016. Se esse padrão se mantiver, em cinco anos, todos os recursos do Fundo serão insuficientes para garantir o pagamento das folhas salariais do magistério público municipal. Atualmente, são 2.163 milhões de funções docentes em exercício nas redes municipais de ensino em todo país.



Por outro lado, a entidade lembra que o governo federal se empenhou para aprovar no Congresso Nacional a Emenda Constitucional 95/2016, que limita, por 20 exercícios financeiros, o crescimento das despesas da União à inflação do exercício anterior. E reajustou o salário mínimo para 2017 pelo INPC.
Equilíbrio
Além de reivindicar medida urgente e responsável por parte do Executivo e do Legislativo, a Confederação busca garantir o equilíbrio entre os Entes federados. Para a entidade municipalista, é razoável que o governo estabeleça o mesmo critério adotado para o reajuste do valor do piso salarial profissional nacional dos profissionais do magistério público da educação básica.
A CNM recebeu na manhã desta quinta-feira, 16 de outubro, uma notificação de recebimento do ofício 1.012/2017 ao presidente da República. De acordo com o protocolo, pela natureza do assunto, o documento foi encaminhado à Secretaria de Governo da Presidência da República. A entidade espera contar com apoio e sensibilidade do governo federal para a aprovação do PL 3.776/2008 no Congresso Nacional.

Fonte: Portal CNM
Postado por Raimundo Lima

Último repasse de outubro será 0,83% menor do que em 2016; Municípios recebem transferência extra hoje




Na próxima segunda-feira, 30 de outubro, os Municípios receberão a terceira e última parcela de outubro do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). A Confederação Nacional de Municípios (CNM) informa que, em valores reais – ao se considerar a inflação – o repasse apresenta uma queda de 0,83% comparado ao mesmo período em 2016. Em valores nominas – valores sem considerar os efeitos da inflação – o 3º repasse apresenta um crescimento de 1,43%.
O montante do valor a ser distribuído entre os 5.568 Municípios será de R$ 2.071.714.950,98 – valor cauculado com o desconto do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Já em valores brutos – somado o Fundeb – o total é de R$ 2.589.643.688,73.
Até o momento, o FPM repassado aos Municípios ao longo de 2017 totaliza R$ 75,750 bilhões. A CNM explica que esse valor representa um aumento de 9,87% em relação ao montante transferido aos Municípios, no mesmo período de 2016 - sem considerar os efeitos da inflação. Vale ressaltar que nesse montante leva-se em consideração o repasse de 1% de julho previsto na Emenda Constitucional 84/2014 – que representou cerca de R$ 3,999 bilhões de reais a mais repassados aos Municípios. Considerando os efeitos da inflação, o Fundo acumulado em 2017 apresenta crescimento de 6,07% em relação ao mesmo período do ano anterior.
A Confederação alerta que a previsão da STN para os próximos dois meses é de queda. Por isso, a CNM solicita aos gestores municipais que fiquem atentos e tenham cautela ao gerir os recursos municipais, pois tal repasse pode variar de acordo com fatores macroeconômicos.
Repasse extra
A Secretaria do Tesouro Nacional (STN) divulgou em comunicado extraordinário que nesta sexta, 27 de outubro, até às 18 horas, os Municípios irão receber um repasse extra de FPM no valor de R$ 382.502.656,23 – sem considerar o valor do Fundeb. Em valores brutos – somando o Fundo – o montante será de R$ 478.128.320,29.
A CNM esclarece que este repasse ocorre separadamente porque a Receita Federal tem um programa que parcela as dívidas de vários impostos. Portanto, quando a pessoa jurídica ou até mesmo a pessoa física efetua o pagamento da guia de pagamento do Refis, a RFB classifica por estimativa a quantia de cada imposto que foi recolhida, separando o que é Imposto de Renda (IR) e Imposto de Produtos Industrializados (IPI) e efetua os repasses correspondentes ao FPM.
A Confederação destaca que esse repasse extra é uma conquista da entidade que a muito tempo vem lutando junto à Receita Federal, para que a classificação dos refinanciamentos dos tributos seja efetudada de forma mais ágil. 
Confira aqui o estudo completo do 3º repasse e aqui o repasse extra

(Fonte: PORTAL CNM)
Postado por Raimundo Lima