quarta-feira, 29 de maio de 2019

STF derruba ponto da reforma trabalhista e veta grávida em local insalubre

O plenário do Supremo Tribunal Federal derrubou, por 10 votos a 1, um trecho da reforma trabalhista de 2017 que permite que mulheres grávidas e lactantes trabalhem em atividades insalubres em algumas situações. Na prática, o STF proibiu que essas mulheres trabalhem em locais insalubres em qualquer circunstância.
A corte julgou nesta quarta (29) uma ADI (ação direta de inconstitucionalidade) ajuizada pela CNTM (Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos) contra trecho da reforma trabalhista que diz que, para a gestante ser afastada de atividades de insalubridade média ou mínima, é preciso “apresentar atestado de saúde emitido por médico de confiança da mulher, que recomende o afastamento”.
Para as lactantes, a regra agora invalidada era mais permissiva do que para as grávidas —o afastamento de qualquer atividade insalubre (não apenas das de grau médio ou mínimo) dependia de apresentação de atestado médico.
Esse foi o primeiro ponto da reforma trabalhista derrubado pelo Supremo. Outro aspecto já analisado pelo plenário foi o fim da contribuição sindical obrigatória, que foi mantido por 6 votos a 3 em junho do ano passado.
O próximo dispositivo que terá sua constitucionalidade apreciada pelo Supremo será o contrato de trabalho intermitente, que passou a ser possível com a reforma. Nesse tipo de contrato não há jornada fixa regular e o profissional é chamado de acordo com a necessidade do empregador. O julgamento está previsto para 12 de junho.
Para a CNTM, a exigência de apresentar atestado médico violou dispositivos constitucionais sobre a dignidade da pessoa humana, os valores sociais do trabalho e a proteção à maternidade, à gestante e ao recém-nascido.
Em 30 de abril, o relator da ação, ministro Alexandre de Moraes, já havia suspendido a nova norma, que entrou em vigor em 2017, no governo Michel Temer (MDB), alterando a CLT. Nesta quarta, o plenário do STF referendou a decisão liminar de Moraes e declarou inconstitucional esse ponto da reforma trabalhista.
​Moraes afirmou, em seu voto, que o artigo 6º da Constituição garante a proteção à maternidade, que é a origem de inúmeros outros direitos. “A proteção da mulher grávida ou da lactante em relação ao trabalho insalubre caracteriza-se como importante direito instrumental protetivo tanto da mulher quanto da criança”, disse.
“A proteção à maternidade e a integral proteção à criança são direitos irrenunciáveis e não podem ser afastados pelo desconhecimento, impossibilidade ou, às vezes, a própria negligência da gestante ou lactante em juntar um atestado médico, sob pena de prejudicá-la e prejudicar o recém-nascido.”
Segundo Moraes, a gestante deve ser realocada pelo empregador em outra função ou, na impossibilidade, tirar licença. “Qual a pressão que ela sofrerá para não apresentar esse atestado? É uma norma absolutamente irrazoável”, disse.
Os ministros Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Rosa Weber, Luiz Fux, Cármen Lúcia, Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes, Celso de Mello e Dias Toffoli acompanharam o voto de Moraes.
A ministra Rosa acrescentou que o Brasil é signatário do Pacto Internacional sobre Direitos Econômicos, Sociais e Culturais, promulgado no país em 1992, que reconhece o direito de toda pessoa de gozar de condições de trabalho justas e favoráveis que assegurem, entre outros pontos, a segurança no trabalho.
Para Rosa, essa mudança na CLT foi um “inegável retrocesso social”.
Lewandowski também considerou a nova norma uma “infração ao princípio da vedação do retrocesso”. O ministro Fux disse que ela desfavorece a proteção constitucional porque sujeita as trabalhadoras a um maior embaraço para garantir seus direitos.
Somente o ministro Marco Aurélio divergiu. “A mulher precisa ser tutelada além do que se mostra razoável? Ela dever ter liberdade, e liberdade em sentido maior”, argumentou. Para ele, com o entendimento do plenário, a reforma trabalhista “começa a fazer água”.
Em novembro de 2017, o governo Temer chegou a editar uma MP (medida provisória) para sanar esse ponto polêmico da reforma trabalhista. O texto determinava que a gestante e a lactante seriam afastadas, enquanto durasse a gestação, de quaisquer atividades, operações ou locais insalubres, ficando sem receber o adicional de insalubridade.
A MP, porém, não foi votada a tempo pelo Congresso e caducou sem ter sido convertida em lei.

Fonte: Folha UOL
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TCE apreciará nesta quinta, 30, contas de 2018 de Camilo Santana - Repórter Ceará

O Tribunal de Contas do Estado do Ceará realiza nesta quinta-feira, 30, às 10 horas, a sessão extraordinária para apreciar as contas do governador Camilo Santana, referentes ao exercício de 2018. Com base no relatório da conselheira Patrícia Saboya, o colegiado emitirá parecer prévio pela aprovação, desaprovação ou aprovação com ressalvas. O documento é então encaminhado à Assembleia Legislativa, a quem cabe julgar as contas do chefe do Executivo.
Durante a sessão, a relatora do processo apresentará uma análise da conjuntura socioeconômica; do planejamento e execução orçamentária; das demonstrações contábeis, da gestão fiscal, das transferências financeiras a entidades públicas e privadas; dos limites constitucionais; da transparência na gestão. Além disso, discorrerá sobre o atendimento às recomendações feitas pelo TCE no parecer do ano anterior (2017) e acerca das ocorrências e recomendações alusivas a 2017.
O documento tem teor técnico especializado e contém uma apreciação das contas consolidadas e prestadas pelo Poder Executivo. É considerado um dos mais importantes instrumentos de transparência da gestão governamental e para o exercício da cidadania.

Fonte: Repórter Ceará
Postado por Raimundo Lima

Vereadores cassam prefeito de Nova Olinda

Vereadores de Nova Olinda cassaram o mandato do prefeito Afonso Sampaio (PSD) por 9 x 2 em sessão na manhã desta quarta-feira (29). Afonso cai após uma série de denúncias que tramitaram na câmara por cerca de dois meses. O vice-prefeito Ítalo de Alencar (PP) assume amanhã, quinta, às 9 horas. 
Votaram contra a cassação: 
Demontier Feitosa 
Neném Camilo 
Favorável à cassação: 
Marieta 
Lourdes da saúde 
Antônio de deda 
Cicim da Serra 
Adriano 
Zé Vieira 
Cicero Gonçalves 
Zé de naninha 
Vande Araújo

Fonte: Blog do Jocélio Leite
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BOLETIM URGENTE - DESEMBARGADORES NEGAM PROVIMENTO E PREFEITO DA CIDADE DE BEBERIBE CONTINUA AFASTADO.



Leitor, hoje aconteceu mais um movimento no processo em que envolve o prefeito Pedro Cunha que se encontra afastado pelo poder judiciário a pedido do ministério público.
Hoje a câmara responsável pelo julgamento do agravo se reuniu no tribunal de justiça, onde a votação foi acompanhada por alguns vereadores e por algumas pessoas que fazem parte dos grupos políticos.
Primeiro foi feito a sustentação oral pelos advogados do prefeito que falaram sobre a situação, segundo as informações teceram algumas acusações contra o prefeito em exercício e depois o relator começou fazer a leitura do processo onde ele negou provimento do recurso e onde os outros acompanharam o voto do relator ficando assim fora do cargo de prefeito.
Portanto, a disputa política foi mesmo muito quente no tribunal e mais uma vez o grupo do prefeito em exercício ganhou a disputa judicial, ou seja, agora a defesa do prefeito Pedro Cunha deverá procurar novas estratégias com o objetivo de atacar o processo uma vez que no dia dezoito de junho vence o prazo de cento e oitenta dias. Votação 3 X 0
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Senado aprova MP da reforma administrativa; Texto segue para sanção

O Senado aprovou na noite de ontem, 28, a Medida Provisória (MP) 870, que trata da reforma administrativa, sem alterações em comparação com o texto aprovado na Câmara. O texto-base foi aprovado com 70 votos a favor, 4 votos contrários e uma abstenção. Com isso, o governo federal conseguiu aprovar, quase em sua totalidade, as alterações feitas na estrutura do governo quando o presidente Jair Bolsonaro tomou posse.
O texto segue para sanção presidencial. Com a aprovação da MP, algumas alterações realizadas na Comissão Especial do Congresso foram confirmadas. Dentre elas, o Coaf fica subordinado ao Ministério da Economia, a Fundação Nacional do Índio (Funai) volta para a pasta da Justiça e o Ministério do Meio Ambiente fica responsável pelo Serviço Florestal Brasileiro (SFB), deixando o Ministério da Agricultura.
Dentre as propostas do governo preservadas pelos parlamentares, está a redução de ministérios, de 29 para 22. Essa redução criou o Ministério da Economia, em substituição aos ministérios da Fazenda; Planejamento e Indústria, Comércio Exterior e Serviços. Também criou o Ministério da Cidadania, reunindo as pastas do Desenvolvimento Social, Cultura e Esporte; e extinguiu o Ministério do Trabalho, dividindo suas competências entre vários ministérios.
Votação
A votação do texto-base foi rápida, mas foi marcada por uma manobra regimental. O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra (MDB-PE), relator da MP no Congresso, pediu verificação nominal para a votação do texto-base, onde não havia polêmicas. A verificação, no entanto, só poderia ser feita uma fez no período de uma hora. Isso, na prática, impediu a verificação nominal para os destaques que alteravam o destino do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) e o mantiveram no Ministério da Justiça.
Os destaques foram rejeitados em votação simbólica. Ao perceber o protesto dos senadores favoráveis aos destaques, que foram impedidos de fazer a votação nominal, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), fez uma contagem informal. Segundo suas contas 30 senadores votaram pela aprovação dos destaques e, consequentemente, foram derrotados. Em seguida, ele encerrou a sessão.
A aprovação ocorreu a sete dias do vencimento do prazo da MP. Caso não fosse votada até o dia 3 de junho, a medida provisória perderia a sua validade. Na avaliação de alguns senadores, uma derrota na noite de hoje representaria um sinal muito negativo para o governo. “Seria a maior vergonha para o governo não aprovar. Se não aprova isso, não aprova nada”, disse Simone Tebet (MDB-MS).
O senador Lasier Martins (Pode-RS) disse a jornalistas após a reunião de líderes ocorrida antes da sessão que votou a MP, que a carta escrita pelo presidente da República foi determinante para o resultado. Segundo o senador, o pedido formal de Bolsonaro influenciou a decisão de alguns senadores de mudar o voto em favor do pedido do governo. Além disso, acrescentou Martins, a subscrição de Sergio Moro à carta “fez muita gente mudar de posição”.

Fonte: Repórter Ceará – Agência Brasil
Postado por Raimundo Lima

Boletim informativo web rádio estação litoral

Leitor hoje não foi possível apresentar o programa acorda Beberibe estamos no na justiça do trabalho cumprindo algumas audiências do curso de direito.
Iremos fazer o possível para chegarmos a tempo de apresentar o programa encontro político, porém mesmo que a gente chegue atrasado na cidade, mesmo assim iremos realizar o programa.
Portanto a movimentação política está sendo muito grande e hoje a disputa no poder judiciário deverá ter mais desfecho, ou seja, detalhes no decorrer de nossa programação.
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Boletim informativo julgamento hoje

Leitor hoje às 13:30 deverá acontecer movimentação no processo em que envolve o prefeito da cidade de Beberibe que se encontra afastado.
O julgamento vai acontecer no tribunal de justiça do Estado do Ceará onde a espectativa da população é muito grande, ou seja, dependendo da decisão poderá ou haver fumaça branca para um dos lados.
Portanto hoje a tarde deveremos saber o que realmente vai acontecer fique ligado que traremos todos os detalhes no decorrer de nossa programação.
Postado por Raimundo Lima
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