Leitor, casos recentes registrados no litoral leste do
estado do Ceará têm gerado questionamentos por parte de familiares de vítimas
quanto à demora no atendimento do rabecão, veículo responsável pela remoção de
corpos para perícia.
No município de Beberibe, pelo menos duas ocorrências
provocaram descontentamento. O primeiro caso foi registrado na comunidade de
Tabuba da Sucatinga, onde um homem morreu após sofrer uma queda. Segundo familiares,
houve demora na chegada da equipe responsável pela remoção.
O segundo caso ocorreu na comunidade de Choró, envolvendo um
jovem que morreu durante intervenção policial. O corpo foi encaminhado ao
hospital municipal e, conforme relatos, permaneceu por mais de 24 horas
aguardando a chegada da equipe forense. Quando o rabecão chegou, por volta das
14h do dia seguinte, o corpo já apresentava sinais avançados de decomposição.
Ainda segundo informações repassadas por familiares, o corpo
teria sido inicialmente levado para a unidade do Instituto Médico Legal (IML)
em Russas, mas não foi recebido, sendo posteriormente encaminhado para
Fortaleza.
As situações levantam questionamentos da população: há
sobrecarga nas unidades do IML? Existe deficiência na logística de atendimento
aos municípios do interior? As famílias precisam enfrentar longas esperas em
momentos já marcados pela dor?
A reportagem buscou contato com o setor responsável pelo
Instituto Médico Legal para esclarecimentos e aguarda um posicionamento oficial
sobre os procedimentos adotados e os prazos de atendimento na região.
Seguiremos acompanhando o caso para trazer informações
oficiais e atualizadas à população.
Postado por RL
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reproduzidas de redes sociais.
Fonte: Web rádio com familiares

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